sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Perdas e ganhos (Ilimar Franco)    


          As defecções do ex-ministro Ciro Gomes e do governador Cid Gomes são minimizadas no PSB. O candidato ao Planalto, governador Eduardo Campos, avalia que o partido saiu mais unido, coeso e próximo da sociedade. E, destaca que a despeito da criação de novos partidos, o PSB manteve seu tamanho. Sobre os que saíram, sentencia: "a gente não perde o que não tinha, a gente só perde o que tem".
Para onde ir?
Os apoiadores da Rede estão divididos quanto ao destino de Marina Silva caso o partido não seja criado até 5 de outubro. Os amigos da ex-ministra defendem que ela não adote um plano B e não concorra na eleição presidencial por outro partido. Outro grupo, formado por políticos, acha que ela deve concorrer de qualquer jeito, porque ela representa uma ideia (defesa do meio ambiente e da ética na política) e simboliza o que há de novo na política no cenário nacional. As maiores apostas são para a hipótese de Marina Silva investir na mobilização social por fora do sistema político tradicional.
O mito Marina Silva é muito superior a candidata Marina Silva

Maurício Moura
Do Instituto Ideia, em reunião com integrantes do comando da campanha do candidato do PSDB à presidência, Aécio Neves
Porta aberta
Vices da Caixa, Osmar Dias e Benito Gama andaram conversando. Devido ao desgaste do PDT junto ao governo, Dias consultou Gama, presidente do PTB, sobre se ele teria legenda para disputar o Senado na chapa ao governo da ministra Gleisi Hoffmann (PT).
Os ‘hermanos’
O dirigente da Comissão Nacional de Comunicações da Argentina, Ceferino Namancurá, está vindo para o Brasil. Ele vem para se reunir com o presidente da Anatel, João Resende, na foto. A compra da Telecom Itália (TIM) pela Telefónica (Vivo) também está provocando muito barulho por lá. Há reação no mercado e de consumidores.
Velhas caras novas
O PSB, de Eduardo Campos, filiou o ex-piloto de F-1 Emerson Fittipaldi para que concorra a deputado federal por São Paulo. O PR, de Anthony Garotinho, mudou de São Paulo para o Rio o domicílio eleitoral de Agnaldo Timóteo, para que concorra à Câmara.
Pezão na cabeça
O PMDB do Rio faz gestões para o governador Sérgio Cabral virar ministro. Mas um ministro do partido diz que a preferência da presidente Dilma é outra. Ele relata ter ouvido, na cabine do avião presidencial, e na presença de outros três ministros, Dilma afirmar: “Se o Pezão quisesse virar ministro, o faria imediatamente. Ele é trabalhador, um tocador de obras.”
Na capital cultural do país
O autor da PEC da Música, o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), vitorioso depois de seis anos de luta, sugeriu ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que a solenidade de promulgação seja feita no Pão de Açúcar.
Campanha por mais receita
Segundo o IBGE, 16,6 milhões de pessoas trabalham no comércio, mas só 6,3 milhões contribuem para a Previdência. Por isso, o ministro Garibaldi Alves propôs à Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio campanha para que os comerciários regularizem a situação com a Previdência.
MANDE UM SINAL. O PPS suspendeu, há uma semana, as conversas com o governador Eduardo Campos (PSB). Alegou que ia esperar por José Serra.

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