sábado, 4 de janeiro de 2014

Panorama Político - 04-01-2014 (Ilimar Franco)


Crise à vista
           O Planalto fechou 2013 numa boa com o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), mas nuvens negras se aproximam com a reforma ministerial. Cunha avisou que não aceita que o Turismo seja entregue a outro partido e que o substituto de Gastão Vieira tem que ser escolha da bancada. O governo não tem dado ouvidos e aposta que dar ao PMDB o Ministério da Integração basta.
Um ano depois do outro
Em 2012, o ex-presidente Lula e o presidente do PSB, Eduardo Campos, inventaram candidatos para São Paulo e Recife. Tiveram sucesso na eleição. No entanto, os prefeitos Fernando Haddad e Geraldo Júlio se transformaram num peso a ser carregado este ano. Em Pernambuco, Campos teve que assumir o comando, transformando a prefeitura numa espécie de secretaria extraordinária de seu governo. Pelo menos três vezes por semana, Júlio despacha com Campos. A gestão Haddad, que também patina e aparece mal nas pesquisas de opinião até o momento, acabará influenciando a campanha do ministro Alexandre Padilha (PT) ao governo.

“O Mantega versão 2014 evoluiu da contabilidade criativa para a contabilidade do calote. Não paga as contas e diz que fez superávit”.

Beto Albuquerque
Deputado (RS), líder do PSB na Câmara


Ufa!
O ministro Guido Mantega (Fazenda) respirou aliviado por não ter ganho na Mega Sena da virada. Na véspera do sorteio, ele pediu para entrar em um bolão organizado por jornalistas que cobrem a área econômica. O ministro estava sem a carteira para entrar na vaquinha e acabou esquecendo de pagar os R$ 30,00 devidos.

Libera geral
A direção do PP vai liberar o partido nos estados para as alianças que os progressistas quiserem fazer mas, como contrapartida, pediu aos senadores e deputados que não se oponham ao apoio formal à reeleição da presidente Dilma.

Melhor prevenir
O entendimento entre os progressistas começou a ser feito quando chegou à cúpula sinalização de que a presidente Dilma poderia escolher outro partido para comandar o Ministério das Cidades, com a saída de Aguinaldo Ribeiro na reforma.

Onde mora o perigo
Petistas avaliam que o pernambucano Eduardo Campos (PSB) é um candidato mais perigoso do que o tucano Aécio Neves nas eleições presidenciais deste ano. Acreditam que a base social do PSB jamais votará no PSDB, enquanto os votos de Aécio serão descarregados em peso em Campos, num eventual segundo turno.

Blindados no Rio
O STF contratou por R$ 181 mil carros blindados de modelo executivo para atenderem aos ministros, sempre que demandarem. A empresa contratada tem que oferecer carros em perfeitas condições e com até 40 mil km rodados.

Na pressão
O governador Eduardo Campos (PSB-PE) está sendo pressionado pelo partido a definir até fevereiro seu candidato à sucessão, para evitar sentimento de favoritismo do senador Armando Monteiro (PTB), candidato da presidente Dilma.

Tombini 2015. Se a presidente Dilma for reeleita, a aposta é que o presidente do BC, Alexandre Tombini, será o próximo ministro da Fazenda.
 

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